Tendências de gestão em 2018

Tendências para a gestão das empresas em 2018

20 de dezembro de 2017, às 15:54

Vivemos hoje em um processo de constante evolução, e a gestão de empresas faz parte dele. Assim como o mundo está mudando, as maneiras de gerir um negócio também estão passando por importantes transformações. Nesse cenário, já é possível apontar algumas tendências de gestão para 2018. Uma delas é, sem dúvida, a tecnologia e seus desdobramentos, seja para automatizar processos e melhorar a produtividade, seja para integrar sistemas entre si e facilitar a vida do gestor. Nesse artigo, vamos abordar essas tendências e explicar como revolucionar a gestão de sua empresa em 2018.

A automação de processos

Automatizar a gestão é uma maneira de otimizar os processos necessários para o bom funcionamento de uma empresa. Ao tornar certos processos contínuos e automáticos com um software como o Billimatic, por exemplo, o gestor consegue economizar tempo e recursos da empresa, e tem mais autonomia para focar em ações mais importantes, pois a própria ferramenta realiza processos automáticos, como enviar cobranças, notificar datas de vencimento, ou reajustar contratos.

Da mesma forma, também é possível automatizar a emissão de notas fiscais eletrônicas, usando o Emites.

A vantagem é que esse tipo de software não demanda intervenção humana: ela só é necessária no início do processo, para parametrizar as ações.

Praticamente todas as tarefas burocráticas e recorrentes podem ser automatizadas. Portanto, se você almeja estar alinhado às principais tendências de mercado em 2018, é necessário investir na automação de processos utilizando a inteligência artificial para otimizar a gestão de seu negócio.

Caso você queira se inteirar mais nesse assunto, nós desenvolvemos um e-book inteiramente gratuito sobre automação na gestão. Ele pode ser baixado aqui.

A inteligência artificial

A inteligência artificial, no que se refere à gestão empresarial, está ligada à capacidade de usar a tecnologia para assimilar os padrões de processos simples e recorrentes, excluindo a necessidade de ação humana para executar tais tarefas.

Ações como a análise de contratos, por exemplo, podem ser feitas por meio da inteligência artificial, através de ferramentas como o Lexisbot, que substitui a ação humana em ações que podem ser consideradas default, pois a inteligência assimila aquele modelo, facilitando o trabalho do setor jurídico ou do escritório de advocacia, que vai usar sua expertise para as questões consideradas além do padrão.

Sempre é bom lembrar que o intuito de utilizar a inteligência artificial na gestão empresarial não significa substituir os colaboradores por máquinas, um erro muito comum quando não se conhece muito sobre o assunto.

A ideia é reservar o potencial humano para as tarefas que um computador jamais será capaz de fazer, ou seja, as ações que envolvem o planejamento, a criatividade, o pensamento crítico. O que a inteligência artificial faz, na verdade, é “aprender” e repetir padrões de ações que não dependem da mão de obra humana para acontecer, deixando a equipe livre para focar no que não pode ser automatizado.

O eSocial

Não são só as empresas privadas que estão investindo na tecnologia e na automação para otimizar os processos: até os órgãos governamentais estão começando a se adequar a essa nova realidade.

Como exemplo disso, podemos citar o eSocial, sistema que vai padronizar e automatizar todas as informações referentes às obrigações previdenciárias, fiscais e trabalhistas que os empregadores devem comunicar ao Governo.

A transmissão eletrônica desses dados reduzirá e muito a burocracia envolvida nesses processos e facilitará a vida dos gestores e dos colaboradores, que serão beneficiados por essa agilidade. Com o eSocial, as instituições públicas começam a seguir essa tendência de gestão em que tudo está automatizado e integrado.

Leia tudo sobre o eSocial aqui:  http://portal.esocial.gov.br/institucional/conheca-o

Integrações automáticas entre sistemas

Conforme já mencionamos, atualmente a maior parte das tarefas recorrentes de uma empresa pode ser automatizada para que o gestor economize tempo, dinheiro e recursos humanos.

A integração entre os sistemas permite estender o alcance da automação, ao possibilitar ações em cadeia que envolve sistemas internos e externos.

O Siinco, por exemplo, foi desenvolvido para tornar viável a integração entre os sistemas já utilizados pela empresa e aqueles que fazem parte do seu ecossistema, como os sistemas bancários e até mesmo os softwares de fornecedores e clientes.

Essa inteligência permite por exemplo importar os extratos bancários diretamente no gestor financeiro sem necessidade de acessar o internet banking.

Uma gestão moderna é plenamente integrada: todos os sistemas, pertencentes ou não às companhias, devem ser acessados continuamente, sem que o gestor precise nem mesmo perceber a ligação entre eles, como se fossem um organismo único.

A tendência é haver cada vez menos interrupções na gestão, como se todos os processos inerentes ao funcionamento de uma empresa fossem pecinhas de uma engrenagem que se move de maneira constante e orgânica.

Segundo Jander Martins, CEO da Nexaas, “Manter diversos sistemas em uma empresa e não se preocupar com a integração entre eles pode afetar a eficiência da companhia na colocação destes para o mercado”. Nesse contexto, focar na estratégia empresarial, deixando as tarefas burocráticas de automação e integração para as máquinas é um grande pilar para melhorar a gestão.

Nuvem e mobilidade

Se até bem pouco tempo atrás o desktop reinava na gestão, hoje o mobile já dominou esse cenário. As pesquisas no Google feitas por dispositivos móveis já ultrapassaram as feitas no desktop há algum tempo, assim como vem acontecendo com o comércio eletrônico. Com a gestão empresarial, não serial diferente. Para garantir uma gestão dinâmica, prática e sem burocracias, é fundamental que os softwares e ferramentas de gestão permitam o acesso via celular, notebook ou tablet.  E já existem no mercado soluções envolvendo sistemas de gestão empresarial (ERP) totalmente otimizados para dispositivos móveis, permitindo que os gestores acessem, de qualquer lugar, informações imprescindíveis para suas tomadas de decisões.

Além disso, é fundamental operar em nuvem ao invés de depender de um programa instalado na máquina do gestor: os softwares online permitem acesso a qualquer momento do dia, tornando os processos muito mais dinâmicos.

A revolução dos bancos digitais

Uma das tendências mais fortes para 2018 são os bancos digitais, que chegaram com tudo e prometem facilitar muito a rotina do gestor, pois funcionam de maneira 100% online e evitam a interrupção na integração bancária, agilizando processos como a emissão de boletos de pagamento, por exemplo. Softwares de gestão financeira que permitam integração com bancos digitais, portanto, têm tudo para se destacar em um futuro muito breve.

Conceitos como inteligência artificial, armazenamento em nuvem, mobilidade, integração e automação de processos precisam fazer parte do vocabulário das empresas que desejem se manter alinhadas às tendências mais importantes em 2018. Para se manter sintonizado com essas e outras novidades, visite o nosso site ou fale com um consultor de negócios Nexaas e saiba como adequar o seu negócio às novas demandas.

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