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Qual o futuro do marketplace no Brasil?

25 de junho de 2018, às 14:40

Dentro do gigantesco mercado de e-commerces, o marketplace é uma importante estratégia para as empresas que querem crescer, abrir novas frentes e canais de venda e, é claro, ampliar o faturamento.

Para quem ainda não está familiarizado com o termo, o marketplace é um modelo de negócios que funciona como uma espécie de shopping virtual, reunindo diversas marcas/lojas em um só lugar. Trata-se de uma plataforma que é mediada por uma determinada empresa, mas em que outros lojistas podem comercializar seus produtos. É, portanto, uma ótima oportunidade para empresas pequenas e médias ganharem espaço no mercado, afinal, passam a ficar expostas ao público consumidor da plataforma em que vendem.

O anúncio dos produtos à venda no marketplace pode ser feito automaticamente através de integração via API com a própria loja virtual, de integradores especializados que intermedeiam a interface entre as plataformas, ou pelo próprio painel administrativo do marketplace. Não é algo difícil de se implementar, e pode trazer muitas vantagens para a empresa.

O modelo do marketplace surgiu aqui no Brasil em 2012, e desde então vem ganhando forças e sendo adotado por grandes varejistas. Mas, afinal, qual é o futuro do marketplace no Brasil, e o que podemos esperar de novidade nos próximos tempos?

Bom, é preciso levar em consideração que, por ser um modelo de negócios de baixo investimento, o potencial de crescimento do marketplace é alto. Segundo dados do estudo Panorama dos Marketplaces no Brasil feito pela Precifica e pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, o volume de vendas realizado via marketplace teve um crescimento de 24% em 2017 em relação a 2016. Um dos motivos para isso é a possibilidade de as pequenas e médias empresas terem mais visibilidade e ganhar clientes ao ser exposto em um canal notório e impulsionado por estratégias de marketing, como é o caso dos marketplaces.

Isso vale muito a pena, pois lançar a loja virtual por conta própria, sem contar com o apoio do marketplace, é muito mais oneroso para as empresas que estão entrando no mercado, afinal, há muito investimento em tecnologia, marketing digital e outras despesas para que se viabilize a criação de um e-commerce “do zero”.

Devido às grandes vantagens e à oportunidade de aumentar as receitas das lojas online com um bom custo-benefício, a tendência é que esse modelo de negócios siga crescendo nos próximos meses: a extensão dos canais de venda em marketplaces continuará ganhando força e permitindo a conquista de novos mercados consumidores para as empresas que a adotarem.

Para o futuro, algumas tendências de e-commerce, que obviamente “respingarão” sobre o marketplace, já se mostram fortes. Uma delas  é o uso da realidade aumentada por meio de recursos que permitam aos consumidores usarem seus dispositivos móveis para visualizar os itens antes de fazer as compras. Outra é a inteligência artificial, que permitirá que cada vez mais sejam usados dados sobre o comportamento do cliente. Além disso, as pesquisas por voz e por imagem também têm potencial de crescer muito: cada vez mais, no futuro, os consumidores poderão falar e interagir através de seus dispositivos, e até mesmo utilizar imagens para fazer buscas e compras online. Tudo isso pode impactar o marketplace positivamente, caso as empresas saibam fazer bom uso desses recursos para vender mais.

Não se pode esquecer de que, no futuro, o mercado B2B comprará cada vez mais online, se comportando de maneira semelhante à dos consumidores finais. Portanto, as plataformas de e-commerce precisam aproveitar essa oportunidade e criar funcionalidades que já existem no modelo B2C e que coexistam com as regras do modelo B2B, como os pedidos parciais, os preços por volume, entre outras.

Uma coisa é certa: investir em tecnologia, integração e automação será ainda mais importante para ter uma expansão nas vendas em marketplace. Quer saber o que a Nexaas pode fazer para otimizar a sua gestão? Visite nosso site e conheça nossas soluções.

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